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Quinta-feira, 9 de Fevereiro de 2006

Quando o torpor

 

 

 

Quando o torpor chega...
E é a pele, o limite que separa o prazer do nosso corpo,
do que o rodeia.
Quando a paixão é tanta que não cabe nas mãos,
E se solta pelos olhos...
Quando a entrega é sair de mim,
E a dádiva é respirar o teu cheiro ...
As flores abrem sem as vermos...
 O mar...
cresce sem que o notemos ...
E o céu...
escurece enchendo-se de sóis!
suspirado por arco e flecha às 20:07

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1 comentário:
De um amigo/a a 16 de Fevereiro de 2006 às 14:41
Olá, arcoeflecha, desta vez, deixo-te apenas umas linhas do rascunho de uma tentativa de poema que estou a escrever:
"O jogo de seduções acende-se a jusante /
Provoca o derrame de lágrimas ardentes /
Clama pelo conforto do desejo e luxúria /
Traz a serenidade de quem nada quis provar /
Senão o apego que lhe brota do peito /
E tenta fugir de tanto peso que acumula"
Bom resto de semana!menouv
(http://caminhoscruzados.blogs.sapo.pt)
(mailto:siulcosta@hotmail.com)

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