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Sábado, 22 de Abril de 2006

Hoje...

 

 

 

 

 

 

--/--

 

"Hoje apetece-me que a lua brilhe sobre o meu corpo"

Que as sombras.

Sejam as das tuas formas,

Dançando sobre as minhas...

 

Que os aromas,

Se misturem

Como brisas de vento de terra e mar...

 

Que os sons,

Se abafem

Com os brilhos dos olhares...

 

Que as dedos se encaixem

Em vales de gemidos...

 

E as mãos conquistem

A robustez de prazer...

 

Que as línguas falem

De sussurros

E palavras perdidas nos ais…

 

Que os lábios toquem

A suavidade da pele húmida...

 

Até que o Prazer chegue,

Lento…

 Pleno!

--/--

suspirado por arco e flecha às 05:00

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6 comentários:
De minizinha a 23 de Abril de 2006 às 03:00
Eu por acaso até tenho prazer da leitura quando venho aqui!
Beijokas
Bia
De l_b a 23 de Abril de 2006 às 21:53
Também quero! É um desses para mim, se faz favor! :)) Que terno vulcão... :) Um beijo enorme.
De António a 23 de Abril de 2006 às 22:10
Olá!
Mais um blog de poesia.
Desejo-te inspiração para aqui deixares coisas bonitas...como as que já cá estão.

Vim aqui para te agradecer a visita que fizeste ao meu canto e as palavras que lá deixaste.
Volta sempre!

Beijinhos
De Sombras a 24 de Abril de 2006 às 21:50
Belo poema! Como sempre, encantadora e bonita... Tem um bom fim de semana. Beijinhos
















De sofia a 25 de Abril de 2006 às 22:43
TOQUE
Andréa Borba Pinheiro


Sensível, leve, quase não percebo,
deslizando pelas curvas do meu rosto,
arrepiando minha pele,
despindo-me de medo.

Antes hesitava...nunca o fazia.
Timidamente aproximei-me,
não o bastante para tocar-te
mas, se ao menos eu tentasse...

Como reagirias? Que dilema!
Sorririas? Afastaria-me? O que farias?
Amo-te!
Não confunda-me!

Um dia a vergonha dissipou-se
dando espaço ao sentimento
que fluiu lindamente...
E toquei sua face, banhei-me em contentamento!...
De lua branca a 26 de Abril de 2006 às 09:42
Se a não vejo, imagino-a e sou forte como as árvores altas.
Mas se a vejo tremo, não sei o que é feito do que sinto na ausência dela.
Todo eu sou qualquer força que me abandona.
Toda a realidade olha para mim como um girassol com a cara dela no meio.


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